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GESTORES GOSTARIAM DE AMPLIAR O NÚMERO DE TEMPORÁRIOS - VALOR ECONÔMICO

A maioria dos gestores brasileiros gostaria de ter entre 20% e 40% da sua equipe formada por profissionais temporários, segundo levantamento da empresa de recrutamento Robert Half. O motivo é ter maior flexibilidade na contratação para acompanhar a velocidade das mudanças de mercado. A tendência aproxima o Brasil dos números encontrados em países onde essa modalidade de contratação é usada há mais tempo.

A pesquisa teve participação de mais de 3.800 gerentes gerais e gestores de tecnologia em 12 países, 416 deles do Brasil. Atualmente, só 6% dos executivos brasileiros acham que, idealmente, sua equipe deveria ser formada apenas por profissionais em contrato permanente. A maioria vê necessidade de pelo menos 20% do time ter vínculos temporários.

No Brasil, 14% dos respondentes acham que o equilíbrio entre temporários e permanentes se faz com 10% da equipe em modelo temporário. Quando vislumbram como seria a equipe ideal daqui a 5 anos, no entanto, o percentual de respondentes que afirmam isso sobe para 26%, e cai o número dos que consideram ideal ter 20% ou 30% da equipe em contrato temporário. Para Lucas Nogueira, diretor de recrutamento da Robert Half, isso pode representar a retração da contratação com vínculo permanente em virtude da crise econômica.

Na Robert Half, empresa que tem uma área dedicada ao trabalho temporário, Nogueira viu a demanda crescer desde a reforma trabalhista e as mudanças na Lei da Terceirização, que aumentou de 90 para 180 dias o período permitido em contratos temporários e deu mais segurança jurídica às companhias. "Para as empresas, é uma tendência global, e o Brasil está começando a surfar nessa onda", diz. Na média entre os 12 países, a maioria dos respondentes se concentra em ter de 20% a 40% da equipe formada por profissionais temporários.

Para Lucas, há também uma mudança no perfil do trabalhador que ocupa essas vagas. "Não é só mão de obra operacional, há tendência de contratar mais profissionais especializados para projetos, como os da área de tecnologia, contabilidade, logística, etc", afirma.

O alto desemprego fez aumentar a disposição para atuar nessa modalidade, embora muitos ainda sejam atraídos pela possibilidade de contratação ao fim do período temporário. Na visão de Nogueira, a presença maior no mercado de trabalho de uma geração que busca resultados mais rápidos e não deseja longas carreiras em uma única empresa também contribuem para isso.

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